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quarta-feira, 6 de março de 2013

HISTÓRIA,


MODELO

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.
“Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor..”

“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.”
“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.”
"Quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.”
Autor desconhecido - texto recebido por email 
Caso saibam a fonte, por favor me avisem para dar os devidos créditos.
Utilize este texto numa reunião de avaliação dos professores da EBD para transmitir uma mensagem sobre o valor que cada um tem e sobre os dons dados por Deus e como nós os utilizamos.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

HISTÓRIA,


HISTÓRIA BÍBLICA A PARABOLA DE JESUS AS DEZ VIRGENS

MOLDES NO BLOG DA EBI, MAS COM ASPIRAL.
























DEZ DAMAS DE HONRA


OBJETIVOS:
Ao final da lição a criança deverá:
SABER que precisa da presença do Espírito Santo em sua vida.
SENTIR necessidade de ter o Espírito Santo.
RESPONDER orando sinceramente, estudando a Bíblia e obedecendo à voz do Espírito Santo.
ESTAR PRONTO: para dizer “Ora vem Senhor Jesus”


VERSO PARA MEMORIZAR: “Mas à meia-noite ouvi-se um grito: Eis o noivo! Saí-lhe ao encontro! ”.Mateus 25:6.

LEITURA AUXILIAR: Mateus 25:1-13; Parábolas de Jesus, 405-421.


APRESENTANDO A LIÇÃO:

Mostrar uma lâmpada e perguntar: O que é isso? Para que serve? Mostrar a lamparina e perguntar: Sabem o que é isto? Isto é uma lamparina.
Na época de Jesus, não havia luz elétrica nas casas e nas ruas. Quando anoitecia as pessoas usavam lamparinas e tochas para conseguirem enxergar alguma coisa.
Certa vez Jesus estava no Monte das Oliveiras com seus discípulos e viu uma casa toda iluminada com tochas e lamparinas para a festa de um casamento.
Ele então contou uma história sobre um casamento.
Na região onde Jesus morava os casamentos eram um pouco diferentes dos casamentos que costumamos assistir hoje. O noivo ia ao encontro da noiva, na casa dos pais dela.
De lá, acompanhados dos amigos e parentes, iluminados pelas tochas e ao som de uma música bem alegre, eles iam para a casa onde os dois morariam. Lá os noivos ofereciam uma festa aos convidados. Nem todos os convidados vinham junto com o noivo. Alguns ficavam no caminho, esperando pelo cortejo. De lá todos iam para a festa.
Nessa parábola, DEZ MOÇAS SE PREPARARAM para esperar o CORTEJO DOS NOIVOS e ir com eles para a festa.
Dessas dez moças, cinco eram ajuizadas e cinco não tinham juízo. Elas estavam muito animadas por participarem do casamento e não viam a hora de começar a festa. Como era noite e não havia iluminação nas ruas, cada uma das dez moças levou uma lamparina (mostrar a lamparina). Só que as moças ajuizadas pensaram: “Se o noivo demorar muito pode ser que acabe o óleo da lamparina e ficaremos no escuro. É melhor levar um pouco mais”. Então elas encheram uma vasilha com óleo, como prevenção.
As moças sem juízo devem ter pensado: “Eu tenho óleo suficiente. Duvido que o noivo demore tanto. Além disso, encher a vasilha é trabalhoso e muito demorado. É melhor ir embora logo”. E não levaram óleo de reserva.
Logo elas estavam no caminho à espera do cortejo. Imagino que elas tenham chegado muito animadas, conversando sem parar sobre como seria a festa. Só que o tempo foi passando, passando e nada do cortejo chegar. Elas esperaram e esperaram. Andar de um lado para o outro, como quem está esperando. Depois de algum tempo começaram a sentir sono e bocejar.
Já era tarde da noite e nada dos noivos chegarem. Elas começaram a se encostar umas nas outras e nas paredes e muros à sua volta e, depois de algum tempo, todas adormeceram.
Mas sabem crianças, à meia-noite ouviu-se um grito (falar bem alto): “Aí vem o noivo, saí ao seu encontro!” As dez moças acordaram de uma vez e levantaram-se. Já dava até para ver o cortejo se aproximando. Elas começaram a arrumar suas lamparinas rapidamente.
As moças ajuizadas pegaram o óleo das suas vasilhas e colocaram-no dentro das lamparinas, com pressa para irem logo. As moças sem juízo perceberam que suas lamparinas estavam se apagando e ficaram muito nervosas porque não tinham azeite de reserva. Elas então pediram para as moças ajuizadas darem do azeite delas. Mas todo o azeite de reserva já fora usado. Não havia sobrado nada para dar para as outras.
As moças ajuizadas ainda aconselharam as sem juízo a irem comprar azeite e depois voltarem para encontrar o noivo. As moças tolas foram correndo tentar achar um lugar, àquela hora da noite, onde pudessem comprar azeite. Enquanto elas saíram, os noivos e seu cortejo chegaram e as moças prevenidas foram com eles para a festa.
Mais tarde, quando todos já estavam dentro da casa, festejando, as outras cinco chegaram.
Elas começaram a bater palmas e gritar: “Por favor, abram a porta! Queremos participar da festa também”. O noivo estranhou que algum convidado chegasse àquela hora para a festa pois ele dera tempo suficiente para que todos viessem. Chegar tão tarde era um desrespeito e o noivo achou que, com certeza aquelas moças não eram suas amigas, mas pessoas desconhecidas, querendo aproveitar-se da festa. E estava tão escuro que ele não podia enxergá-las. Ele então lhes disse: “Não conheço vocês”. E fechou a porta. As tristes moças sem juízo ficaram para fora da festa, na escuridão da rua. Esse foi o resultado de serem tão descuidadas.

Algumas pessoas são tão descuidadas quanto aquelas moças sem juízo. Nessa história Jesus deixou claro que, quem não se preparar agora, não poderá participar da festa no Céu, quando Ele voltar.

APLICANDO:
Mostrar duas lamparinas. Explicar como são feitas. Dizer: Na lamparina podemos entender alguma coisa sobre nossa vida. A lamparina, que produz a luz através da chama, é a Palavra de Deus, a Bíblia. Mostrar a Bíblia. Está escrito que “lâmpada para meus pés é a Tua Palavra e luz para meus caminhos”. Mas a luz da lamparina apaga-se rapidamente se não houver óleo dentro. O óleo representa o Espírito Santo de Deus. As pessoas que estão esperando Jesus voltar são como aquelas dez moças. Mostrar as dez figuras. Vejam que todas as moças têm lamparinas. Assim, todos os que esperam Jesus têm a Bíblia, que é a lamparina, e conhecem seus ensinos. Cinco moças foram prevenidas, cinco não. Algumas pessoas que esperam Jesus estão preparando o coração para o encontro com Jesus, outras não. Como isso acontece? Como o óleo da parábola deve ser guardado na vasilha, de reserva, o Espírito Santo deve ser “armazenado” também. Isso pode acontecer de várias maneiras. Sabem aquela voz que nos repreende toda vez que fazemos algo errado? É o Espírito Santo tentando nos ajudar a vencer o pecado. Quando estudamos a Bíblia e entendemos suas palavras é porque o Espírito Santo nos ajudou. Quando oramos a Deus pedindo perdão e ajuda para obedecer, o Espírito Santo vem nos consolar e fortalecer. As crianças e adultos que atendem aos conselhos dEle, conseguem entender melhor a vontade de Deus e vão enchendo suas lâmpadas.

ATITUDES DEIXAM A LAMPARINA ACESSA:

1.Ler a Bíblia todos os dias, com oração
2.Pedir a ajuda de Deus para lhe obedecer
3.Ao ouvir a voz do Espírito Santo dizendo que você não foi bondoso com os vizinhos e você vai logo pedir perdão.
4.Dizer “não” quando seus amigos chamarem para conversar fora da igreja, durante o culto.
5.Prestar atenção no culto.
6.Falar da volta de Jesus para seus colegas.

ATITUDES QUE DEIXAM A LAMPARINA APAGADA:

1.Não orar
2.Ler rapidamente a Bíblia, de vez em quando, sem prestar muita atenção
3.Ouvir a voz do Espírito Santo dizer que você mentiu para sua mãe e não confessar para ela.
4.Estudar a lição, mas deixar para obedecer só quando crescer.
5.Conversar durante todo o culto.
6.Mentir.
Fonte do Texto: http://evangelismoinfantil.blogspot.com

quinta-feira, 24 de maio de 2012

HISTÓRIA

LUGAR DE DESTAQUE
 
O armário de Larissa estava sempre em guerra, ou melhor, era o palco de muita confusão entre os materiais, porque todos queriam ocupar o lugar de destaque.
O caderno, achava que era o melhor e dizia:

- Sou eu quem recebe as anotações! (falou o caderno orgulhoso), Registro tudo em minhas folhas, sem mim, não há aprendizagem!

- Mas se eu não existisse você não teria utilidade! (interferiu o lápis), Sem mim, não existiria escrita!

- Mas, sem mim, você teria vida curta! (Falou o apontador), Sem ponta, você seria ninguém. Portanto, sou mais importante que os dois!

- Eu sou a fonte da cultura, da sabedoria, do conhecimento... Porque guardo informações importantes, vocês só têm utilidade depois de mim! (atacou o livro), Por isso mereço o lugar de destaque!

- Como corretor, eu mereço esse posto, porque corrijo os erros de todos! (defendeu a borracha), O caderno só serve para receber informações, e sem o lápis se torna inútil, o apontador apenas quando é solicitado... O livro...

- ... e você quando ocorre um erro! (interrompeu o giz de cera), Eu, entretanto, alegro a todos com as minhas cores... Mereço esse destaque por mérito!

- Então o justo seria eu que meço tudo! (falou a régua com arrogância), O tamanho da vida do lápis, da borracha, do caderno... Sem me desgastar...
- Para que medir o que já nasceu sob medida¿

- Descordou o caderno. – Na educação, você é a que tem menos utilidade...

- Calma pessoal! – Interferiu a mochila com firmeza! Eu carrego todos para cima e para baixo e não disputo o lugar de destaque. Todos são importantes, porque cada um tem seu valor, a sua utilidade... Por isso, ninguém é melhor do que ninguém, apenas por ser maior ou terá algo a mais... Eu sou maior, mas não teria nenhuma importância se vocês não existissem...

O discurso da mochila convenceu á todos, que abaixaram a cabeça ao certificarem-se de que cada trabalho, por menor que seja tem a sua importância para a construção de um mundo melhor.
Esta mensagem nos mostra que devemos ser humildes, considerando o outro superior a nós mesmos!

O próprio Jesus nos ensinou isto, quando assumiu a forma de servo.
Pois Ele, substituindo em forma de Deus não julgou com usurpação o ser igual a Deus.

Antes a si mesmo se esvaziou e se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Levando sobre si todo nosso “peso”,nossos pecados.

Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.
Ref :Is.53\FI.2.1_11

HISTÓRIA,

Uma linda história para você contar pros seus alunos no dia da bíblia, no dia do livro ou para ensinar bons modos!
Copie e amplie as figuras abaixo e, conforme for narrando a história, mostre as figuras correspondentes. Esta história poderá ser adquirida na APEC.

Sambo
Sambo era um menino africano que completaria 12 anos. Ele estava muito feliz, pois pela primeira vez, ganharia dinheiro e poderia ir sozinho até alguma aldeia para comprar o que quisesse e, que ficaria como recordação daquele dia tão especial!
Sambo havia sonhado muito com esse dia. Pensava, pensava e não sabia que presente comprar. Ele chegou à aldeia e começou a percorrer as casas de comércio, mas não encontrava nada que gostasse.

Ele queria algo que fosse útil.

Então, viu um objeto diferente. Mas que seria aquilo? Era a coisa mais estranha e curiosa que ele já vira. Então perguntou o nome daquilo.
- Guarda-chuva?
Repetiu ele espantando quando lhe responderam.
- Quer dizer que eu compro isso para guardar a chuva dentro?
O homem da loja riu.
- Não rapazinho, você compra para ser guardado da chuva.
- Quer dizer que, comprando isso, poderei andar na chuva sem me molhar?
Era muito bom pensar assim, pois quando chovia as crianças da tribo tinham que ficar nas ocas.

Sambo ficou maravilhado e comprou o guarda-chuva.
- Vai ser um sucesso na tribo, pensou ele.
Foi caminhando para casa, pensando no dia em que poderia finalmente usar o seu presente. Olhando para o céu, viu várias nuvens escuras. 
- Oba! Antes de chegar em casa poderei usá-lo.
Não demorou muito e começaram a cair os tão esperados pingos de chuva.
- Pode chover, que agora eu não me molho! Que bom companheiro arrumei!
E ele olhava para seu guarda-chuva.

Sambo caminhava e ía ficando molhado pela chuva.
- Epa, o homem da loja mentiu.
Comprei isto e ainda estou me molhando. Algumas pessoas passavam por ele e riam. Sambo pensou:
- Será que é assim que usa? Não, acho que deve ser de outro jeito.
Havia usado erradamente o guarda-chuva, mas agora sabia usar.
Sambo levantou o guarda-chuva acima de sua cabeça pensando que agora tinha acertado.
Mas continuava errado. Imaginem só, ter uma coisa tão boa e útil e não saber usar! E Sambo foi ficando bravo.
Além de se molhar, ainda riam mais dele. Já ia voltar à loja e brigar com o dono...
Mas uma bondosa senhora o chamou e lhe disse: "Não é assim meu filho, deixe-me mostrar a você"'.

E pegando o guarda-chuva de Sambo, ela o abriu. O menino levou um grande susto!
Mas depois sorriu... Agradeceu muito à senhora e continuou seguindo seu caminho.
Agora sim! Não caía uma gota sequer na sua cabeça! Sambo seguia para casa cantarolando, muito feliz mas também envergonhado por ter sido tão bobo.

Alguma vez já aconteceu algo parecido com você?
Comentário do Professor: Você tinha algo, que era útil, mas não sabia usar?
(Deixe as crianças comentarem)

Vocês sabiam que muitas vezes algumas crianças e também adultos agem do mesmo modo que Sambo? Têm algo muito mais útil que um guarda-chuva e não sabem usar.

Você mesmo pode ter e não estar sabendo usar. Do que estou falando? Da Bíblia, a Palavra de Deus. Ela é a coisa mais útil que podemos ter... é um verdadeiro tesouro.

E nós seremos muito tolos se não a usarmos. Você sabe como alguém não usa a Palavra de Deus? Primeiro, deixando de lê-la. É na Bíblia que encontramos o caminho de Deus para a salvação,  que Ele nos oferece de graça, através de seu Filho Jesus (Leia Romanos 6;3).

Depois que cremos em Jesus e O recebemos como Salvador, o Espírito Santo vem habitar em nós e Ele nos ajuda a compreender o que lemos e a lembrar do que aprendemos (leia João 14:26).

Se não lemos a Bíblia, não poderemos lembrar do que ela diz. Em segundo lugar, não usamos a Palavra de Deus, quando não colocamos em prática o que aprendemos.

No livro de Salmos 119:130 (leia o texto) diz que se você tem ouvido a Palavra de Deus, mas continua mentindo, teimando, falando palavrão, desobedecendo a seus pais, brigando e fazendo tantas outras coisas... você está desperdiçando esse tesouro tão útil que você tem.  

A Palavra de Deus, que é a verdade, pode fazer de você uma pessoa feliz, mas você precisa tê-la em sua vida e fazer o que ela manda.

Você quer fazer isso agora mesmo? Peça ao Senhor Jesus que o ajude a ler e praticar diariamente o que Ele mesmo nos diz na Bíblia.

terça-feira, 10 de abril de 2012

HISTÓRIA,

JAMAIS ESQUECEREI!

Há muito tempo atrás (ou nem tanto), existia o castigo físico nas escolas. Ou seja, professores castigavam com palmatória, açoites, ou qualquer outro castigo físico àquelas crianças que desobedeciam ordens ou tinham um mal comportamento em sala de aula ou durante o recreio.
Ainda que isso fosse terrível, também deu lugar a histórias apaixonantes como a que vou contar para vocês.
Uma escola Impossível de se dar aula
Num pais distante do nosso, existia uma escolinha rural no meio das desérticas montanhas. Era um pequeno vilarejo de agricultores e criadores de gado. Nesta escolinha havia um grave problema. Nenhum professor durava ali mais de um mês. Mas não era por causa do clima, nem das distancias, nem pelo salário (que era muito bom); Qual seria a razão que impedia os professores de permanecer naquela escola? O que vocês acham?
Mas num belo dia, depois de ter ido embora o ultimo professor, chegou um novo professor. Digamos que era o quinto novo professor do ano! Era muito jovem. O pátio da escolinha estava cheio de meninos e meninas de diferentes idades que chegavam dos assentamentos e campos vizinhos à escola.

FIGURA 1

Quando os meninos enxergaram o professor começaram a rir entre eles e a cochichar.
– Heim, Rafa você viu o pintinho despenado que ta chegando na escola?
– Esse voa hoje mesmo! Gritou outro menino.
– Tranqüilos, rapazes- respondeu Rafael, que parecia ser o líder da turma – vamos dar um pouco de tempo pra ele. Se a gente faz ele voar logo de cara, não teremos com quem nos divertir. Kkkkkkkkkkkk
O jovem professor ouvia tudo desde a sala de aula. Por fim a campainha tocou marcando o inicio das aulas. Umas cinqüenta crianças se precipitaram dentro da sala, gritando e se empurrando agressivamente. Quando todos tomaram seus assentos o professor ficou de pé na frente da sala.
– Atenção! O primeiro sermão do professor! – disse Rafa, gritando para todo mundo ouvir.
As crianças riam ate não poder mais. Mas, para surpresa de todos, o professor não estava bravo, e com muita serenidade disse.

FIGURA 2

-Muitos pensam que esta escola vai fechar as suas portas. Mas nós conseguiremos que ela funcione muito bem. E para que uma escola funcione bem tem que ter boas leis ou normas de comportamento. E para que sejam leis fáceis de serem respeitadas serão vocês mesmos que as colocarão. Sendo assim podem levantar a mão um a um e ditar as normas da escola…
A sala estava em completo silencio. A surpresa tinha paralisado os alunos.

FIGURA 3

Passaram alguns minutos no mais completo silencio, até que um corajoso aluno foi o primeiro a levantar a mão e disse:
– Não roubar, professor. Acho que essa deve ser a primeira lei.
– Muito bem! -disse o professor escrevendo no quadro. Alguém mais?
– Não brigar!
– Não falar palavrões!
A turma toda logo se animou e começaram a falar as leis um após o outro.
Terminada a lista no quadro Rafa ficou em pé e gritou:
– Professor, também temos de colocar os castigos para que as leis sejam obedecidas, senão ninguém respeitará as leis!
– Com certeza Rafael! –Respondeu o professor. – Que castigo você colocaria, por exemplo, no caso de que alguém quebre a lei de “NÃO ROUBAR”?
– Dez açoites de vara com as costas nuas, professor! – Disse Rafael rapidamente.
E assim foram estabelecidos os castigos para cada desobediência.
Para espanto de todos, a escola passou a semana sem nenhum problema. As crianças queriam obedecer as suas próprias leis. Além disso, sabiam que o castigo era certo e muito doloroso. Mas um dia, quando tocou a campainha para o recreio, Rafael se levantou para pegar o lanche que tinha deixado numa caixinha na carteira atrás dele. E qual a surpresa! O lanche não estava lá, algum colega tinha pegado.

FIGURA 4

O rosto de Rafa estava vermelho de raiva, ele apontava para a carteira e gritava com desaforo!
– Alguém roubou meu lanche! Alguém roubou meu almoço! Que a nossa lei o castigue, eu exijo que a nossa lei seja cumprida!

FIGURA 5

O professor com tristeza ficou de pé e disse:
– Parece que é a primeira lei quebrada. Que pena!
Logo olhando para a classe com pesar e com firmeza disse:
– Aquele que roubou o almoço de Rafael passe adiante e confesse!
Ouve um grande silencio! Ninguém pestanejava! Então o professor tomou a decisão de revistar todas as carteiras e pertences das crianças com o objetivo de achar o culpado.
Quando chegou perto da carteira de Jaime, este se jogou encima dela e dos seus objetos gritando:
– Não, não, nas minhas coisas não!

FIGURA 6

- Levante-se Jaime! – Ordenou seriamente o professor.
Então revistou os pertences de Jaime e encontrou a caixa do lanche de Rafael. Mas a caixinha já estava vazia.
– Porque você fez isso, filho? – Perguntou o professor.
O menino chorando aos prantos respondeu:
– Eu estava com fome professor… meu pai esta embriagado a muitos dias. E hoje minha mãe não tinha nada para nos dar a comer.
– Porque você não me disse isso antes! Eu teria compartilhado o meu almoço com você! Mas agora é tarde demais! Você roubou e o castigo pela lei quebrada deve ser efetuado!
Venha para frente e tire sua camisa.
Jaime passou para frente chorando desesperado e suplicando dizia:
– Professor, não me faça tirar a camisa, por favor. Posso apanhar com a camisa? Por favor…
– Sinto muito. É parte do castigo! – disse o professor com o coração partido!
Toda a sala estava muda e alguns já estavam com os olhos cheios de lágrimas.
Jaime tirou a camise e…

FIGURA 7

Para espanto de todos, Jaime tinha o corpo coberto de feridas e hematomas, algumas cicatrizes eram antigas e outras pareciam muito recentes… além disso Jaime estava magérrimo! Dava até pra enxergar todos os seus ossinhos.
_O que é isto no seu corpo Jaime? Perguntou o professor completamente abalado.
-É que o meu pai quando chega bêbado em casa fica violento com a gente, e bate na gente! –respondeu Jaime entre soluços e pranto.
Todos estavam chorando agora! A sala inteira sentia muita misericórdia e compaixão pelo coleguinha.
O professor, então, com firmeza e os olhos cheio de lágrimas, pegou a vara, levantou a mão pra começar a aplicar o castigo pela lei quebrada quando…

FIGURA 8

Do fundo da sala se ouviu uma voz visivelmente quebrantada.
– Castigue-me a mim professor! Eu quero apanhar no lugar do Jaime! Eu pagarei pelo pecado do Jaime! Por favor, professor!
O durão do Rafa correu chorando para frente da sala e já foi abraçando o pequeno Jaime.
-Eu pagarei por você amiguinho, eu pagarei!
Então tirou a camisa e colocou as costas nuas para o professor aplicar o castigo pela lei quebrada.
Comovido, mas com firmeza o professor pegou a vara e cumpriu a lei da sala. Contou dez varadas sobre as costas de Rafa.
Rafael suportou sem nenhuma queixa, nem grito. E quando terminou o castigo em meio a um grande silencio, colocou a camiseta e voltou para sua carteira.
O professor tentava dar aula, mas era muito difícil.

FIGURA 9

Então se ouviu uma lamentação. Jaime se levantou e correu para a carteira de Rafael e o abraçou chorando.
-Jamais esquecerei o que você fez por mim! Você pagou pelo meu castigo! Você tomou meu lugar! Ninguém nunca fez algo assim por mim! Eu serei o seu amigo para sempre!
O professor pegou um livro enorme e muito bonito e disse comovido:
– Crianças eu quero contar uma historia real de alguém que fez por nos o mesmo que Rafael fez por Jaime. Alguém que tomou o nosso lugar, alguém que pagou o nosso castigo, mas ele não somente apanhou por nós! Ele deu a sua vida, derramou o seu sangue para que nós pudéssemos ter a vida eterna, para sermos curados e vivermos em liberdade. Esta pessoa é Jesus, o filho de Deus.
Então leu na Bíblia o relato Isaías 53:5 e outros textos que falam da morte de Jesus por nós. Depois perguntou para a sala quem queria entregar a sua vida ao Senhor Jesus. E a sala inteirinha levantou a mão, todos queriam esse Deus tão misericordioso que pagou o castigo em nosso lugar.
E você amiguinho, quer entregar a sua vida ao Senhor Jesus hoje?


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

HISTÓRIA,



Nascimento de Jesus

Base Bíblica: Lucas 1:26-38

Texto para decorar: 1º João 4:10 “Deus nos amou e mandou o seu Filho para que, por meio dele, os nossos pecados fossem perdoados”

Objetivos:

Que a criança compreenda que Deus demonstrou o Seu amor enviando o seu Filho Jesus, e assim cumpria a promessa feita pelos profetas.

Que a criança sinta gratidão por Jesus.

Materiais necessários

Bíblia

Visuais

Copia da atividade para cada criança

1) Quebra-gelo:

Imaginemos que os nossos avós vivem muito longe, mas decidiram passar o natal em casa. Como eles avisariam o dia da chegada? (Permitir respostas, provavelmente eles dirão, carta, telefone, e-mail, mensagem de celular etc)

E de que maneira ficaríamos sabendo por exemplo, eu o Presidente visitará a nossa cidade? (Permitir respostas, provavelmente eles dirão, televisão, carro de som, jornal, radio, internet, etc)

Sim, essas são as maneiras mais comuns de nos comunicar atualmente.

Um dia Deus quis dar um anuncio muito importante. Ele usou um método muito especial. Deus usou anjos para anunciar um evento MARAVILHOSO. Você sabem que evento era esse? (Permitir respostas) Sim!! O Nascimento do nosso Senhor Jesus!

Sabem o que os anjos falaram?

- Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor! Lucas 2:10-11

(professor, coloque uma cadeira na frente) Agora um a um vai ficar de pé nesta cadeira e dar o anuncio do Nascimento de Jesus com as suas palavras e com muita alegria!

2) Hora da Palavra

(A professora deve narrar a história, e não ler)

Figura 1 lado a (Veja como dobra o visual no desenho do modelo)
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Um dia Maria estava trabalhando na sua casa. Havia muita coisa para fazer! Tinha que limpar o chão, tirar o pó das móveis, lavar roupa, fazer a comida…Quantos afazeres! Mas Maria não se importava de trabalhar! Ela cantava louvores enquanto trabalhava. Ela era jovem e amava muito a Deus e gostava de ajudar a sua família porque sabia que isso agradava a Deus.

Ela também esperava a promessa de Deus, o nascimento do Messias! Maria cria que Deus cumpriria a sua Palavra mas não sabia quando isso aconteceria.

Figura 2 lado b (Veja como dobra o visual no desenho do modelo)

De repente, Maria percebeu que não estava mais sozinha! Havia diante dela uma pessoa estranha, vestida de branco, brilhava como uma luz! Era um anjo! Ele se chamava Gabriel. Deus o enviara com um anuncio muito especial!

-Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você.

Maria sabia que esse não era um cumprimento comum! Não entendia porque o anjo a saudava dessa maneira. Ela estava muito assustada!

- Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus. Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará.

-Mas é impossível! Como acontecerá isso se eu não sou casada? –perguntou Maria assustada.

-Para Deus não há nada impossível!  -respondeu o anjo.

Maria respondeu prontamente:

- Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer!

E o anjo foi embora.

Mostrar novamente a Figura 1 lado a

Com muita alegria Maria e José continuaram com os seus planos do casamento. Agora Maria tinha outro motivo para cantar enquanto trabalhava. Ela se sentia muito feliz por poder servir ao Senhor e por ser escolhida por Ele.

-Obrigada por cumprir as tuas promessas Senhor!

3) Aplicação. Conte a história: A PROMESSA DE PAPAI!

Alguma vez alguém fez uma promessa para vocês? Por exemplo de lhes dar um lindo presente, ou passear? (Permitir respostas) Quando uma pessoa promete algo dizemos que é uma PROMESSA. É importante que saibamos o que significa promessa para que entendamos que o nascimento de Jesus era o cumprimento de uma promessa feita por Deus há muito tempo atrás.  Então para entender melhor o que é uma promessa vou contar uma historinha. Um dia a mamãe viu o balanço e disse para Guilherme.

- Sinto muito meu filho, mas essa corda do balanço esta deteriorada, loginho ela vai arrebentar e você vai cai e se machucar. Vamos esperar seu pai chegar do trabalho e dar um jeito nesse balanço.

Figura 2 A

Guilherme gostava muito de brincar no balanço que o vovô fizera com um pneu e uma corda para ele na árvore do quintal. Ele passava horas balançando e imaginando ser um pássaro ou um avião!

Ficou a tarde aguardando o pai. Quando o pai chegou o levou para o jardim
para mostrar o problema do balanço. O pai olhou para a corda e disse:
-Sua mãe está certa, é um perigo. Não use mais até que eu possa consertar.
Mas não hoje. Eu acho que não terei tempo até o fim de semana. Mas eu prometo que quando tiver um momento eu vou arrumar.

Figura 2 B

Guilherme esperou pacientemente o dia todo. Ele esperou mais um dia também. No terceiro dia, quando meu pai chegou e era escuro e não podia fazer nada. O dia seguinte o
papai chegou do trabalho com um amigo para jantar. Guilherme viu que eles estavam muito
ocupados conversando e foi sozinho ao jardim. Ele olhou para o balanço triste. Será que o pai lembrava da sua promessa?
No fim de semana o pai teve que ir em uma viagem para outra cidade e não retornaria até
a segunda-feira.

“Mas, papai”, disse ele, você me prometeu que ia arrumar o balanço.

O pai deu-lhe um beijo e disse:
“Não se preocupe, meu filho”. Prometi-lhe que iria arrumar o balanço e o farei!
Só que você tem que esperar quando eu possa fazê-lo.
Na segunda-feira, quando o pai chegou, ele e trouxe com ele pacote grande.
Papai chamou Guilherme.
– Você me ajuda, meu filho? Ele perguntou. Vamos consertar o balanço.
Quando o pai abriu o pacote viu que havia uma corrente, longa e forte.
“Vamos concertar o balanço com uma corrente”, disse o pai. Nunca vai quebrar e você pode brincar tranquilamente até que seja um homem como eu.
Guilherme riu pensando como seria ver o seu pai brincando no balanço.

Quando o seu pai terminou, Guilherme subiu no balanço e subiu mais alto do que nunca! Depois desceu e abraçou ao seu pai e disse:

- Obrigado, papai!  Obrigado por fazer o que prometeu!
O pai abraçou-o e disse.
– Eu te amo, meu filho, e por isso gosto de cumprir as minhas promessas.

Pergunte:

Qual foi a promessa que o pai fez para Guilherme?

Por que Guilherme achou que o pai não cumpriria a sua promessa?

Por que disse o pai que gostava de cumprir promessas?

Esta história nos ajuda entender por que a promessa que Deus havia feito era
tão importante para as pessoas. Porque ele tinha se passado um longo tempo e alguns pensavam que Deus tinha se esquecido das suas pormessas. Mas Deus nos ama muito e o nascimento de Jesus é a maior prova do seu amor e fidelidade….

4) Conclusão

Quando alguém nos dá um presente dizemos: “Muito obrigado!”

O presente que Deus nos deu é o nascimento de Jesus, vamos orar e agradecer o precioso presente que nos deu “JESUS”

Obrigado, Papai do céu, porque nos amou tanto que enviou seu Filho Jesus ao mundo. Obrigado porque o Senhor cumpre as suas promessas. Amen.

5) Atividade:

Entregue uma folhinha com a a tividade para cada criança, peça para colorirem e usar para contar a história que aprenderam para a família.









História retirada do site Professores na EBD.